sábado, 17 de novembro de 2018

Hoje é o dia dela!

Hoje é o dia daquilo que está movendo o mundo! Ela é insumo principal das Indústrias Criativas, como por exemplo, empresas ligadas ao design; rádio e televisão; mídias digitais, entre outras. Estamos falando... da criatividade.

Ela nos faz fazer perguntas e procurar respostas a elas. Uma pessoa criativa tende a ser pioneira, ou seja, faz coisas que nunca foram feitas antes. Alguma dúvida de que a criatividade faz o mundo avançar? Ela propicia inovações e descobertas.

Classe criativa- Segundo o escritor Richard Florida, no livro A Ascenção da Classe Criativa, milhares de homens e mulheres – sejam eles artistas ou engenheiros, músicos ou cientistas da computação – estão começando a trabalhar e a viver da mesma maneira como pessoas criativas sempre viveram. Como resultado, as escolhas que essa nova classe de trabalhadores está fazendo precipitam uma revolução socioeconômica que está só começando. Ao observar como, ainda nos anos 90, as empresas de tecnologia saíam de suas sedes para lugares que tinham um número maior de indivíduos criativos e talentosos, Richard Florida começou a mapear uma tendência. O autor percebeu que o crescimento econômico estava ocorrendo em lugares caracterizados pela tolerância, pela diversidade e pela abertura à criatividade – porque esses eram os lugares onde indivíduos criativos queriam viver. Surpreendente, a tecnologia não era a principal força dessa transformação em curso. Em seu lugar, alterações por vezes sutis no modo de vida e na maneira de trabalhar aos poucos geravam mudanças intensas no ambiente de trabalho, no lazer, nas comunidades e no cotidiano. No best-seller A ascensão da classe criativa, o provocativo estudioso relata as origens e os principais desdobramentos de uma sociedade em transformação, na qual o entorno criativo está crescendo e se tornando dominante. Florida aponta para o futuro das cidades e destaca o papel decisivo da classe criativa para o sucesso do desenvolvimento global.

Economia Criativa e Indústrias Criativas- Segundo o Relatório de Economia Criativa 2010, de forma geral, os setores da economia criativa podem contribuir muito para o crescimento e a prosperidade, especialmente no caso dos países em desenvolvimento que estejam buscando diversificar suas economias e construir resiliência para futuras crises econômicas.

Não existe uma definição simples de “criatividade” que englobe todas as várias dimensões desse fenômeno. No entanto, as características da criatividade em diferentes áreas do empreendimento humano podem, pelo menos, ser mencionadas. Por exemplo:

-a criatividade artística envolve a imaginação e a capacidade de gerar ideias originais e novas maneiras de interpretar o mundo, expressas em texto, som e imagem;

-a criatividade científica envolve curiosidade e disposição para experimentar e fazer novas conexões ao solucionar problemas; e

-a criatividade econômica é um processo dinâmico que leva à inovação em tecnologia, práticas de negócio, marketing, sendo intensamente relacionada à aquisição de vantagem competitiva na economia.

Nas indústrias criativas, a criatividade é o insumo principal. A abordagem da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento para as indústrias criativas se apoia em ampliar o conceito de “criatividade”, passando-o de atividades que possuem um sólido componente artístico para “qualquer atividade econômica que produza produtos intensamente dependentes da propriedade
intelectual, visando o maior mercado possível.

As indústrias criativas lidam com a interação de diversos setores. Esses setores criativos variam de atividades consolidadas nos conhecimentos tradicionais e patrimônio cultural, tais como artesanato e festividades culturais, a subgrupos mais tecnológicos e mais voltados à prestação de serviços, tais como audiovisuais e as novas mídias. A classificação para indústrias criativas se divide em quatro grandes grupos: patrimônio, artes, mídia e criações funcionais, como o design.

A Economia Criativa, que engloba as indústrias criativas, pode estimular a geração de renda, criação de empregos e a exportação de ganhos, ao mesmo tempo em que promove a inclusão social, diversidade cultural e desenvolvimento humano.

Na região, em São Borja, na UNIPAMPA, acontece o mestrado em Comunicação e Indústria Criativa, com duas linhas: Comunicação como Indústria Criativa e Comunicação para a Indústria Criativa. O mestrado reconhece uma necessidade de atuação na área da comunicação e indústria criativa, sobretudo, no que tange a região de abrangência da Universidade com suas conexões missioneiras e latino-americanas.

Em Santiago, o SEBRAE, seguidamente promove cursos dentro deste contexto.
Desejo muita criatividade a todos nós!

*Este foi o quadro Compartilha deste sábado (17), na Rádio Santiago. 


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

O poder do check-in


Falar de check-in é falar de comportamento. De um cotidiano bem midiatizado.

O check-in é apenas um momento para você, mas repercute muito para seus contatos, quem não é seu contato e para as empresas/instituições (tanto que, para acessar a rede wi-fi de alguns locais, é preciso, primeiro, fazer check-in). 

Estabelecimentos gastronômicos, hotéis, aeroportos, universidades, lojas e eventos apostam no check-in como forma de divulgação e relacionamento. Em momentos bons e descontraídos, fazer check-in virou sinônimo de alegria, lazer, responsabilidade, trabalho, curtição, experiências, etc. Porém, especialmente aos empresários, a mesma porta que abre para o check-in é a que possibilita ao consumidor avaliar o seu estabelecimento (positivamente ou não).

Como internautas, cabe lembrar que fazer check-in também exige atenção:
- No cenário atual, mostrar todos os lugares que frequenta, pode não ser o mais apropriado por questões de segurança;
- Nas redes sociais, colocar que está em um hospital sem dar mais explicações, causa muita especulação e preocupação nos mais próximos que podem não estar sabendo de nada;
- Internet e privacidade: se adiou algum compromisso, perdeu um horário, esqueceu uma reunião, não faça check-in em outro local como se não estivesse importando-se com o assunto- pega mal para a sua imagem.

É importante dizer que com as redes sociais, a possibilidade de inúmeras ações enriqueceu nossa comunicação. Estamos em uma enorme comunidade virtual, interagindo com todos, mas, somos tratados de forma única por muitas empresas/instituições. Além da fase do post, estamos no momento dos stories; já não precisamos detalhar uma foto, porque o facebook se encarrega de dizer com quem estamos, onde estamos, como estamos nos sentindo; já substituímos a ligação telefônica pelo inbox. Ou seja, as possibilidades foram aumentando (aumentam todo dia) e isso precisa ser bem aproveitado por quem quer divulgar algo e pelo internauta, que hoje tem mais chances de pensar para comprar, reclamar, elogiar e o que todos esperam: recomendar!

Que o check-in siga sempre mostrando momentos bons, lugares legais, impulsionando ações, divulgando eventos, ele tem poder! Os negócios, as marcas e a economia da experiência agradecem! Mas, também lembre que ficar off-line, as vezes, pode ter lá suas vantagens.


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Um evento magnânimo


Em março deste ano veio a proposta: um livro de contos. O segundo ano da Escola da URI, então, mergulhou no desafio. Com temática livre, a professora Ana Paula Milani, da disciplina de Literatura e coordenadora do trabalho, separou os alunos em oito grupos, cumprindo, a partir daí, várias etapas. 

Para que saiam da zona de conforto”, disse Ana enquanto conversávamos, referindo-se à importância dela ter escolhido os grupos. Na abertura, inclusive, a docente salientou que, em seguida, os alunos não estarão mais próximos da escola ou dos pais e irão encarar o mundo, “não podendo escolher as pessoas com quem irão conviver”.



Abertura do evento 


Na apresentação/lançamento do livro aos familiares e convidados, o representante de cada grupo falou um pouco. Explicaram seu conto, mas deixaram o suspense no ar.


Todos os alunos e os títulos dos contos


A diretora da Escola, Luiza Tamiosso, explicou que é mais um sonho colocado em prática, “torna-se um marco no segundo ano do ensino médio”, comemorou.

Sorriso estampado na equipe da Escola


“Livro lindo, tudo feito de forma coletiva”, falou a professora Ana Paula, que foi lindamente homenageada pelos alunos no final da apresentação.

O 'Magnânimos Contos Nunca Contados' traz oito contos.

Quando saí do evento, os alunos estavam autografando, em um cenário literário, alegre e cultural.

Falei com a profe Ana Paula:



Momentos:









terça-feira, 30 de outubro de 2018

Vídeo sobre o Compartilha de sábado

Você sabia que no próximo dia sete inicia a Feira do Livro do município de Santiago? Excelente evento para adquirir livros, prestigiar atrações culturais, encontrar as pessoas. O patrono desta edição é o escritor Márcio Brasil.

O Compartilha deste sábado será sobre a feira, pois falei com Rodrigo Neres, gestor de Cultura. Meu quadro é às 11h30min na Rádio Santiago.  

Eu adoro feira do livro e você?



segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Deixa eu sair da sua tribo?


As pessoas são diferentes e não esculhambadores, marginais, compliquentos (são muitos rótulos)


A vida é um eterno “driblar”. Driblamos saúde precária, educação do senso comum, violência crescente, corrupção alarmante. Meu discurso generalista, porém, permite-me percorrer mais discussões: - médicos que fazem cirurgias por plano de saúde mas cobram por fora; profissionais que “matam” pelo descaso; hospitais sem verba. (com exceções)

-Universidades, que, pela pressão econômica vivida, afastaram-se do “senso crítico”, perdendo a chance de construírem conhecimento com os indivíduos, para que, emancipados, tenham liberdade em suas opiniões, decisões, sonhos.

-Violência que, não cresce pela “bagacerada” que anda solta por aí, como dizem alguns. Cresce pelo tráfico de drogas, comandado pela elite, por muitos políticos. Violência que pode ser física, verbal, sexual, psicológica; os que cometem encontram respaldo na sociedade doente em que vivemos, aquela que diz “bandido bom é bandido morto” mas isso só vale para alguns. Ou o filho de papai que, bêbado, atropelou alguém e matou não é um bandido? Violência é dizer que não precisa de cultura, de artistas, de incentivos a eles. Combinamos o seguinte: largue a sua novela, não vá mais a shows, afaste-se de festivais, não ouça mais música. A sociedade vai mal porque enxerga na cultura um problema e não um investimento.  

-Corrupção que, é algo inaceitável no governo, com dinheiro público, mas é permitida com o gato na energia (o valor depois é pago por todos nós), no furo na fila, com o imposto sonegado, com o roubo dos itens da carga do caminhão acidentado.  

O mundo merece ser habitado pelos cidadãos de bem. Quem? O homem que valoriza a família mas tem outras mulheres? O magnata que bate na mulher mas pede para a polícia abafar para não sair nos jornais? O jovem classe média que cheira cocaína na boate mas que chama de drogado o maconheiro da esquina? Aqueles que “não tem nada contra” mas fazem piadas contra negros e gays?

Estamos em uma cidade “boa de se viver”. Característica meio normal entre cidades de porte pequeno/médio. Temos saneamento, segurança, educação, saúde, limpeza urbana. Tentamos ter inovação/criatividade na economia. Mas, estamos agarrados à princípios conservadores: ainda somos regidos pelo partidarismo, com forte tendência à exclusão. Trabalhamos pouco pelo conhecimento, liberdade, geração de emprego, desenvolvimento humano. Nossos jovens tem poucas perspectivas. Apesar de termos ações benéficas em vários campos, as coisas não são coesas e quem participa delas, muitas vezes, são os mesmos. Talvez, esta seja uma frase tão pronunciada em cidades menores: ‘sempre os mesmos’.

Tentativas de ir atrás de cases de sucesso, em outras regiões, claro que não são em vão. Mas, como estão as nossas demandas locais? Existem municípios prósperos e com abertura mental que podem servir de exemplo a nós. A tolerância, talento e tecnologia formam cidades melhores (mais criativas, desenvolvidas). Em especial, a tolerância, é o aceitar o outro e é valorizar diversidades (sem deboches), o que torna espaços sociais muito mais felizes. A motivação é construída diariamente. Vem de dentro e de fora também. Os fatores externos são muito importantes: nossos governantes e o povo precisam construir uma atmosfera leve, com inovações que dizem pouco sobre produtos, mas sobre processos que possam modificar o modo de ver as coisas.

Ouvimos discursos elogiáveis de pessoas que passaram trabalho na vida e que conquistaram o seu espaço. Parabéns! Sem desmerecer, vivíamos outros tempos. A concorrência era menor, os problemas sociais não tinham a complexidade de hoje. Não se pode querer “podar” as possibilidades surgidas aos que mais precisam porque você conseguiu vencer na vida. Seria uma injustiça com o universo e com o astro rei, afinal, todos merecem um lugar ao Sol.

Nem todos precisam ser da tribo A, podemos ir para a B ou a C. As pessoas são diferentes e não esculhambadores, marginais, compliquentos (são muitos rótulos). Talvez queiram um mundo melhor/uma vida melhor, indo por um caminho diferente. Ninguém quer deboche, exclusão, boicote. Não querem “fingir que está tudo bem”, querem que de fato esteja, e o melhor, para tod@s. Porque, verdadeiramente, quem precisa é aquele que não tem a saúde paga, a educação nos melhores colégios, uma casa luxuosa, fazendas com um largo horizonte.

“O povo precisa ter o que merece”. Falam.Você não é parte dele? Todos 
somos. Merecemos o que então? Que fique na sua consciência a resposta.





quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Comunicação Interna: Erros, acertos e dicas



Você reflete sobre como vem fazendo ou planejando?


Sua empresa tem 10 funcionários ou 500? Comunicação interna sempre, não importa o tamanho. Ela qualifica o espaço geográfico/social e fortalece as relações, contribuindo com ganhos na produtividade.

Principais benefícios da comunicação interna

- Sentimento de pertencimento
- Diminuição de ruídos na comunicação
- Valorização dos profissionais
- Motivação da rede colaborativa
- Compartilhamento de informações que podem mudar a vida de quem trabalha com você

Erros mais comuns 



- Produzir materiais gráficos ou digitais com termos de difícil entendimento (levar em conta que sua empresa pode ter pessoas de diferentes escolaridades);
- Distribuir brindes em datas comemorativas que não tenham utilidade alguma a determinadas pessoas (tentar pensar em algo geral, que agrade a todos);
- Deixar sair na mídia algum assunto que os trabalhadores não tem conhecimento, exemplo: início de inscrições para algum curso, a empresa recebeu um prêmio; etc.

Acertadas



- Em momentos de dificuldades da empresa, enviar e-mails (ou fazer reunião) detalhando os problemas. Isso traz reflexos na comunidade, pois, se alguém for falar do acontecimento, seu colaborador estará pronto para dar as informações corretas;
- O contrário também é importante: compartilhar com a rede colaborativa conquistas importantes para a empresa;
- Produzir materiais no momento certo indica preocupação da empresa com o trabalhador: cartazes falando de determinado assunto (por exemplo, Outubro Rosa), e-mail parabenizando por alguma data especial (aniversário de vida ou de tempo na empresa), cartazes de serviço, indicando períodos de férias, novos horários, etc;
- Criar mecanismos de comunicação: Jornal Mural, informativo (semanal, quinzenal ou mensal), entre outros;
- É importante existir um canal de comunicação com os colaboradores para que eles enviem informações suas para posteriores reportagens. Colaborador valorizado, empresa valorizada!


Dicas

- No final do ano vigente, que tal criar um cartaz cheio de bons momentos da sua empresa?
- Que tal montar uma equipe para passar nos setores explicando sobre certos assuntos, como câncer de mama, câncer de próstata, dengue, dúvidas sobre questões trabalhistas?
- E se, uma vez ao mês, a comunicação elencar um setor específico para fazer uma reportagem especial para ir para o site e redes sociais? Pense sobre...


Experiências na URI:


Seminário de Gestores: eventos assim são boa opção de integração da rede colaborativa

Projeto de música/canto. Oferecer estes projetos aos funcionários e divulgá-los faz toda a diferença

Universidade em feira da região: a comunicação interna deve sensibilizar os funcionários sobre a importância de eventos deste porte

Dia de evento: nunca esqueça, eles são ótimas maneiras de engajar a rede colaborativa em projetos/ações



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Pequena grande Juju


Conheci Juju há uns oito anos. Foi largada em uma granja perto do Capão do Cipó. Minha cunhada a recolheu e perguntou se minha mãe não queria acolhê-la. Seu nome era Julieta, mas, foi simplificado para não causar atritos com a vizinhança caso alguém tivesse este nome. Juju tinha sido maltratada ou atropelada, não sei bem, mas, adquiriu um machucado incurável na boca. Minha mãe chegou a fazer cirurgia para corrigir um pouco. Este problema ocasionava muitos espirros e não era qualquer comida que podíamos dar para a Juju.

Juju era uma fera. Baixinha e invocada. Era delicada e caprichosa. No pátio da casa da mãe, gatos nunca mais ousaram entrar. Ratos e raposas eram seu alvo. Até uma galinha que pulou no pátio se viu em apuros com a temida Juju. Quando a gente chegava, ela corria para sua caminha e acenava com o rabinho. Ela gostava de passeios, de ir na pracinha que fica em frente à casa e odiava a solidão. Quando a mãe ia viajar Juju fazia guerra de fome. Pegava todos seus cobertores e levava para o pátio como forma de protesto.

Morei por cerca de seis anos com minha mãe antes de me mudar. Minha relação com Juju sempre foi de carinho, amizade, brincadeiras. Fui embora da casa da minha mãe mas Juju seguia sendo um pouco minha. Igual ao quarto da casa da mãe que nunca deixa de ser nosso, sabe?

Juju, muito atrevida e faceira, foi dar um passeio num fim de semana, mas uma fatalidade a tirou do nosso convívio. As noites tem sido estranhas. Morando na rua ao fundo da casa de minha mãe, já não escuto o latido da Juju, este era inconfundível. Aquele pequeno grande animal deixou um vazio. Ele era uma companhia diária e o símbolo do amor.

Apesar do desconsolo, penso que o santo protetor dos animais, a protegeu muito. Em todas as suas caçadas noturnas no pátio, Juju sempre saiu ilesa. Foi vítima de abandono. Enfrentou cirurgias. Vai ver, o destino reservou uma briga daquelas, em que ela não sairia vitoriosa. 

A gente mesmo acaba procurando consolo. Cheguei a imaginar um céu azul cheio de animais que já partiram. Criei um cenário com a Juju, com toda aquela estatura de uma Cofap, latindo, chamando a atenção e marcando seu território.  

Ensinamentos de Juju:

Defenda seu espaço, sem nunca perder a doçura.

Tenha coragem, mesmo nas noites mais escuras.  




*Apenas agora consegui postar algo, devido à tristeza sentida.
*É um texto em homenagem à Juju e a todos os bichinhos que nos conquistam com seu amor e valentia.



Ideias!